A expressão é o ato de todo o homem, para que nosso discurso possa ser vascular. O intelecto é impotente para expressar o pensamento sem a ajuda do coração, do fígado e de cada membro.
[os espectros] penetravam por todas as portas, derrubando as que estavam fechadas. Eram espectros enormes, ossudos, anônimos na multidão; com um só se podia lutar, mas não com todos os que me cercavam. Se eu escrevia, eram bons espíritos barulhentos; se não escrevia, eram demônios.