A acumulação capitalista produz constantemente, e na proporção de sua energia e seu volume, uma população trabalhadora adicional relativamente excedente, isto é, excessiva para as necessidades médias de valorização do capital e, portanto, supérflua.
A acumulação de riqueza num polo é, ao mesmo tempo, a acumulação de miséria, o suplício do trabalho, a escravidão, a ignorância, a brutalização e a degradação moral no polo oposto.
— Sei quem sou — respondeu Dom Quixote —, e sei que posso ser não somente os que disse, mas todos os Doze Pares de França e, ainda, todos os Nove da Fama, já que minhas façanhas ultrapassarão as de todos eles juntos e as de cada um de per si.
‘Sacrifício’ não significa rejeitar o que não tem valor, e sim o que é precioso. ‘Sacrifício’ não significa rejeitar o mal em prol do bem, e sim o bem em prol do mal.
“Camaradas! Não imaginais, suponho, que nós, os porcos, fazemos isso por espírito de egoísmo e privilégio. Muitos de nós até nem gostamos de leite e de maçã. Eu, por exemplo, não gosto. Nosso único objetivo ao ingerir essas coisas é preservar a saúde.”