
Uma coisa bonita era para se dar ou para se receber, não apenas para se ter. E, sobretudo, nunca para se 'ser'.
Fonte: Coleção Clarice Todos — A imitação da rosa (parte 2)
Clarice Lispector
Uma coisa bonita era para se dar ou para se receber, não apenas para se ter. E, sobretudo, nunca para se 'ser'.