A experiência é um todo íntimo, contínuo e inominável. É somente o pensamento que divide essa intimidade em uma aparente multiplicidade e diversidade de objetos e indivíduos, imaginando desse modo um 'eu' e um 'não eu'.
A experiência se experimenta a si mesma como uma totalidade contínua, indivisível, inominável e eternamente presente. É apenas o pensamento, que em si mesmo é feito unicamente de experiência, que imagina que a experiência está fragmentada em objetos e indivíduos.