
Tudo afinal cai nas costas do pobre: digo pobre, não porque não sejamos ricos de sobejo, mas é que a riqueza parada é como a idéia que o alfaiate de Fleine achava numa sobrecasaca: o principal é aventá-la e pô-la em ação.
Fonte: A Semana Cronicas

Tudo afinal cai nas costas do pobre: digo pobre, não porque não sejamos ricos de sobejo, mas é que a riqueza parada é como a idéia que o alfaiate de Fleine achava numa sobrecasaca: o principal é aventá-la e pô-la em ação.