
Tu tens razão, sonhava há muito tempo, ainda na aldeia dele, morei cinco anos na total solidão; acontecia de pensar, pensar, sonhar, sonhar—e era sempre um como tu que eu imaginava, bondoso, honesto, bom e tão tolinho que de repente chegaria e diria: 'A senhora não tem culpa, Nastácia Filíppovna, e eu a adoro!'.