
Toda vez que vocês cometeram o mal de se recusar a pensar e a ver, de isentar do absoluto da realidade um pequenino desejo seu, sempre que optaram por dizer: ‘Que eu possa subtrair ao julgamento da razão os biscoitos que roubei, ou a existência de Deus, que me seja permitido um único capricho irracional, e serei um seguidor da razão em relação a tudo o mais’ – foi esse o ato de recusa, de negação que subverteu sua consciência, que corrompeu sua mente.