O indivíduo sobre quem operamos é mais do que um mecanismo fisiológico. Ele pensa, ele teme, seu corpo treme se lhe falta o conforto de um rosto compassivo. Para ele, nada substituirá o contato salutar com seu cirurgião, a troca de olhares, a sensação de que o médico assumiu o comando, com a certeza, ao menos aparente, de vencer.