"Devemos fazer como os outros" é uma máxima perigosa, que quase sempre significa "devemos fazer o mal" se aplicada a qualquer coisa que não seja externa e sem consequências.
A literatura é um fragmento de fragmentos. Quão pequena é a parte do que aconteceu e foi dito, e das coisas que foram escritas muito poucas foram conservadas.
A memória é às vezes tão retentiva, tão útil, tão obediente; em outras, tão desconcertada e tão fraca; e em outras ainda, tão tirânica, tão fora de controle! Somos, sem dúvida, um milagre em todos os sentidos; mas nosso poder de lembrar e esquecer parece peculiarmente ignorado.