Ler maisOs meios de produção não são capital por natureza, e tampouco o é a força de trabalho humana. Eles só assumem tal caráter social sob condições históricas determinadas.
Frases sobre Economia e Negócios
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Ler maisOs proprietários fundiários, como todos os outros homens, amam colher onde jamais semearam e exigem renda fundiária mesmo para os produtos naturais do solo.
Ler maisA acumulação capitalista produz constantemente, e na proporção de sua energia e seu volume, uma população trabalhadora adicional relativamente excedente, isto é, excessiva para as necessidades médias de valorização do capital e, portanto, supérflua.
Ler maisA acumulação de riqueza num polo é, ao mesmo tempo, a acumulação de miséria, o suplício do trabalho, a escravidão, a ignorância, a brutalização e a degradação moral no polo oposto.
Ler maisA acumulação do capital é, portanto, multiplicação do proletariado.
Ler maisA acumulação do capital, considerada em relação ao valor, é desacelerada pela queda da taxa de lucro a fim de acelerar ainda mais a acumulação do valor de uso.
Ler maisA acumulação pela acumulação, a produção pela produção: nessa fórmula, a economia clássica expressou a vocação histórica do período burguês.
Ler maisA aparência de independência do trabalhador é mantida pela mudança constante dos patrões individuais e pela fictio juris do contrato.
Ler maisA apropriação de trabalho não pago é o segredo da produção de mais-valor.
Ler maisA assim chamada acumulação primitiva não é, por conseguinte, mais do que o processo histórico de separação entre produtor e meio de produção.
Ler maisA avidez por reduzir o preço de custo a seu mínimo se converte na mais forte alavanca para o aumento da força produtiva social do trabalho, que aqui, porém, aparece apenas como aumento constante da força produtiva do capital.
Ler maisA burguesia emergente requer e usa a força do Estado para 'regular' o salário, isto é, para comprimi-lo dentro dos limites favoráveis à produção de mais-valor.
Ler maisA burguesia não pode existir sem revolucionar incessantemente os instrumentos de produção, por conseguinte, as relações de produção e, com isso, todas as relações sociais.
Ler maisA burguesia produz, sobretudo, seus próprios coveiros.
Ler maisA capacidade de conservar valor ao mesmo tempo que adiciona valor é um dom natural da força de trabalho em ação, do trabalho vivo, um dom que não custa nada ao trabalhador, mas é muito rentável para o capitalista.
Ler maisA capacidade de consumo da sociedade não é determinada pela força absoluta de produção nem pela capacidade absoluta de consumo, mas pela capacidade de consumo sobre a base de relações antagônicas de distribuição.
Ler maisA circulação ou a troca de mercadorias não cria valor nenhum.
Ler maisA circulação se torna a grande retorta social, na qual tudo é lançado para dela sair como cristal de dinheiro.
Ler maisA concentração dos instrumentos de produção e a divisão do trabalho são tão inseparáveis uma da outra quanto, no terreno da política, a concentração dos poderes públicos é inseparável da divisão dos interesses privados.
Ler maisA concorrência termina sempre com a ruína de muitos capitalistas menores, cujos capitais em parte passam às mãos do vencedor, em parte se perdem.