Ler maisNada pode ser mais tolo do que o dogma de que a circulação de mercadorias provoca um equilíbrio necessário de vendas e compras, uma vez que cada venda é uma compra, e vice-versa.
Frases sobre Economia e Negócios
Explore frases, pensamentos e citações sobre Economia e Negócios.
Ler maisNão é a abstinência, mas o uso do capital produtivamente empregado que constitui a fonte do lucro
Ler maisNão é a matéria que forma o capital, mas o valor dessas matérias.
Ler maisNão estou interessada em ajudar ninguém. Estou interessada em ganhar dinheiro.
Ler maisNão faço acordo com a incompetência.
Ler maisNão há o que agradecer num negócio desses. Não estou fazendo isso pela Taggart Transcontinental. É apenas algo muito simples e prático e egoísta da minha parte.
Ler maisNão posso olhar para vocês, eu que sei quanto foi necessário para lhes dar esta juventude, esta tarde, este carro e este sorvete que vão comprar.
Ler maisNão sacrifico a eles meus interesses, nem eles sacrificam os deles por mim: negociamos como iguais por consentimento mútuo e para benefício mútuo.
Ler maisNão se percebe no dinheiro de que qualidade é a mercadoria que foi nele transformada. Em sua forma-dinheiro, uma mercadoria tem a mesma aparência que a outra.
Ler maisNão só o lucro consiste na apropriação do trabalho alheio, mas também o capital com que esse trabalho alheio é mobilizado e explorado consiste em propriedade alheia.
Ler maisNas mesmas relações em que há desenvolvimento das forças produtivas há também uma força produtiva de repressão.
Ler maisNegócios e especulação estão, em muitos casos, tão intimamente unidos que é impossível dizer onde de fato acabam os negócios e onde começa a especulação.
Ler maisNenhum capitalista emprega voluntariamente um novo método de produção, por mais produtivo que possa ser ou por mais que possa aumentar a taxa de mais-valor, quando esse novo método faz diminuir a taxa de lucro.
Ler maisNenhuma coisa pode ser valor sem ser objeto de uso. Se ela é inútil, também o é o trabalho nela contido, não conta como trabalho e não cria, por isso, nenhum valor.
Ler maisNo capital portador de juros que aparece consumada a ideia do fetiche do capital, a ideia que atribui ao produto acumulado do trabalho a capacidade de criar mais-valor em progressão geométrica por meio de uma misteriosa qualidade inata.
Ler maisNo capital portador de juros, a relação capitalista assume sua forma mais exterior e mais fetichista: D-D’, dinheiro que engendra mais dinheiro, valor que valoriza a si mesmo, sem o processo mediador.
Ler maisNo crédito, o mesmo capital parece duplicar ou triplicar - é o fetichismo financeiro em sua forma mais pura.
Ler maisNo interior do adiantamento de capital a força de trabalho conta como valor, mas no processo de produção ela funciona como criadora de valor.
Ler maisNo mais-valor está revelada a relação entre capital e trabalho.
Ler maisNo processo da circulação, ele se esquece do processo de produção. Para ele, a realização do valor das mercadorias – na qual está incluída a realização de seu mais-valor – equivale à criação desse mais-valor.