Ler maisVi regimentos, vi batalhões, luzidos estados-maiores, pesadas carretas, bandeiras do Brasil, sem emoção, sem entusiasmo, placidamente a olhar tudo aquilo como se fosse uma vista de cinematógrafo.
Frases sobre Crítica Social
Uma coleção com 1908 frases e citações sobre Crítica Social, reunidas dos maiores escritores, filósofos e pensadores.
Todas as Frases sobre Crítica Social
Ler maisVia bem o que fazia o desespero da moça, mas via melhor a causa, naquela obrigação que incrustam no espírito das meninas, que elas se devem casar a todo o custo, fazendo do casamento o polo e fim da vida, a ponto de parecer uma desonra, uma injúria, ficar solteira.
Ler maisVocês arranjaram novos dominadores, com os quais vocês não se poderão entender nunca; e expulsaram os antigos com os quais, certamente, se viriam a entender um dia. Erraram, e profundamente.
Ler maisVocês, os moços, fizeram mal em destronar os antigos. Apesar de tudo, nós nos entenderíamos afinal. Vínhamos sofrendo juntos, vínhamos combatendo juntos, às vezes até nos amamos — entenderíamo-nos por fim. Estes de agora...
Ler mais- Vou mandar o doutor Caramujo fazer uma operação nesta malvada para botar dentro o que está faltando.
Ler mais— As sardinhas da Noruega viajam pelo mundo inteiro nuns barquinhos, chamados “latas”.
Ler mais— Botá-lo a juros para ir juntando sempre mais, mais, mais... Aquela resposta espantou a todos. Emília sempre fora uma ciganinha, mas ninguém jamais supôs que também fosse usurária.
Ler mais— Chegou até Moscou, que era a capital. Mas sabe o que os russos fizeram? Assim que Napoleão foi se aproximando, tocaram fogo nas casas e retiraram-se — e o pobre Napoleão, em vez de conquistar uma cidade, conquistou uma fogueira.
Ler mais— Dobrar sem mais nem menos um cabo assim deve ser coisa difícil. Esse Vasco, ou tinha a força de dois elefantes ou o tal cabo era como o daquela caçarola de alumínio de Dona Benta, tão mole que até eu dobro quando quero.
Ler mais— É mentira dele, príncipe! Não acredite. Nunca fui assim... — Você de fato nunca foi assim — explicou Narizinho. — Mas, como dormiu escandalosamente durante o serviço, a fada do sono o virou em velha coroca. Bem feito...
Ler mais— É porque é de pano, sinhá — explicou a preta — e dum paninho muito ordinário. Se eu imaginasse que ela ia aprender a falar, eu tinha feito ela de seda, ou pelo menos dum retalho daquele seu vestido de ir à missa.
Ler mais— Enjoado! — berrou Emília que era muito plebéia. — Só porque vem do latim já está com história. Luvas de pelica! O fedor... Pois eu digo fruta e acabou.
Ler mais— Eu me transformaria em torneira para salvar os coitados — disse Emília. — Que adianta areia ou árvore para quem está morrendo de sede?
Ler mais— Meus patrícios lá da Capadócia sempre tiveram má fama — e fama exatamente disso, de mandriões, de fanfarrões, de mentirosos. Mas o que admira é que apesar de tantos séculos, a palavra “capadócio” ainda esteja em uso até num país que nem existia no meu tempo...
Ler mais— Não é poesia, coitado, é fome...
Ler mais— Não fede, nem cheira — disse —; é virado de feijão velho mexido com farinha mal torrada. Falta sal, tem gordura demais — parece comida feita por menina da Escola Normal.
Ler mais— Pedrinho não tem história — respondeu dona Benta rindo-se. — É um menino de dez anos que nunca saiu da casa de minha filha Antonica e portanto nada fez ainda e nada conhece do mundo. Como há de ter história?
Ler mais— Por crime de feitiçaria. Seu processo está concluso. Em dia deste ano, lá na margem do ribeirão, a acusada virou em objeto de uso caseiro dezenove meninos desta cidade.
Ler mais— Por que não incluiu o nome de Pedrinho, Emília? — perguntou a menina. — Porque ele não é nobre — nem barão ainda él...
Ler mais— Quando eu faço uma palavra significar o que quero, pago-lhe sempre salário dobrado — explicou Humpty.