"Gostaria de viver sempre aqui", disse Chateaubriand. "Oh, você se aborrecia mortalmente", replicou uma das damas. "O que quer dizer com isso, eu me aborreço sempre", respondeu sorrindo Chateaubriand.
À mente, ao corpo e ao mundo pode faltar algo, mas o nosso Eu, a Consciência luminosa, aberta e vazia que conhece essa sensação de carência, está inerentemente livre dela. Desse modo, a felicidade é sua natureza.