Dá-se por certo que, em cada publicação, há pelo menos uma aparente violação do pudor; uma presunção, por parte do escritor, de que é capaz de entreter ou instruir o mundo; o que implica uma suposição de que pode comunicar aquilo que os outros não conseguem extrair de suas próprias reflexões.
"Gostaria de viver sempre aqui", disse Chateaubriand. "Oh, você se aborrecia mortalmente", replicou uma das damas. "O que quer dizer com isso, eu me aborreço sempre", respondeu sorrindo Chateaubriand.