“Foi embora! Acabou!”, disse Anna consigo, parada junto à janela; e, em resposta a esse pensamento, a sensação de trevas que a assaltara no instante em que a vela se apagou e a sensação deixada pelo seu sonho aterrador fundiram-se em uma só e encheram seu coração de um terror frio.
[os espectros] penetravam por todas as portas, derrubando as que estavam fechadas. Eram espectros enormes, ossudos, anônimos na multidão; com um só se podia lutar, mas não com todos os que me cercavam. Se eu escrevia, eram bons espíritos barulhentos; se não escrevia, eram demônios.