Diz-se que as coisas que atuam através dos ouvidos fazem um ruído, uma discórdia ou uma harmonia, e esta última fez com que os homens perdessem a cabeça a tal ponto que acreditaram que o próprio Deus está encantado com ela.
A expulsão do paraíso é eterna em sua parte principal. A expulsão do paraíso é, por conseguinte, definitiva; a vida no mundo, inevitável. A eternidade do processo (ou expresso em termos temporais: a eterna repetição do processo), no entanto, torna possível que não apenas pudéssemos permanecer no paraíso de maneira duradoura, mas também que estejamos efetivamente lá de maneira duradoura, sendo indiferente se aqui o sabemos ou não.