A arte da guerra nos ensina a confiar não na possibilidade de um não enfrentamento, mas em nosso próprio preparo para qualquer enfrentamento; não na possibilidade de que determinado inimigo não nos ataque, mas no fato de que nossas posições são inatacáveis.
A argumentação não é suficiente para a descoberta de novos trabalhos, pois a sutileza da natureza é muitas vezes maior do que a sutileza dos argumentos.
A ciência — a ciência pura, a ciência sem nenhuma aplicação prática, a ciência pela ciência — é uma questão profundamente emocional para aqueles que a praticam.