"Devemos fazer como os outros" é uma máxima perigosa, que quase sempre significa "devemos fazer o mal" se aplicada a qualquer coisa que não seja externa e sem consequências.
A cerimônia nos proíbe de expressar com palavras o que é lícito e natural, e a obedecemos; a razão nos proíbe de fazer coisas ilícitas e doentias, e ninguém a obedece.
A Circe da humanidade, a moral, falsificou no cerne — moralizou — todos os psychologica, até chegar ao horrendo absurdo de que o amor deve ser algo 'altruísta'.