Existe um luto que a linguagem comum não consegue nomear bem. Não é o luto de quem perde alguém que o mundo conheceu. É o luto de quem perde alguém que só ela sabia que existia.
A febre terrena cessou, não se vê mais como o morrer continua, um erro parece ter sido resolvido, para os próprios viventes constitui uma oportunidade para respirar livremente.