Lamentavelmente é verdade, eu a negligenciei, mas tinha motivos especiais que aqui não vêm ao caso. Seria feliz se ela voltasse para mim, embora começasse de novo a negligenciá-la. Assim é.
Mas devo confessar que não encontro os movimentos de minha mente tão purificados ainda, mas na melhor das hipóteses meu corpo reivindica neles um interesse.
Que eu, ou qualquer homem, conte tudo de si mesmo, parece-me impossível. Quem poderia suportar ser dono de ter feito uma coisa má? Quem há que não tenha feito nada?