
Quem renuncia ao mundo deve amar a todos os homens, pois renuncia também ao seu mundo. Começa a vislumbrar, portanto, o verdadeiro ser humano, que não pode ser senão amado, pressupondo que se seja da mesma condição.

Quem renuncia ao mundo deve amar a todos os homens, pois renuncia também ao seu mundo. Começa a vislumbrar, portanto, o verdadeiro ser humano, que não pode ser senão amado, pressupondo que se seja da mesma condição.