que, conhecendo enfim o amor dos humanos, teve de inventar um Deus que é inteiramente amor, inteiramente capacidade de amarFriedrich Nietzsche Original: que, conhecendo enfim o amor dos humanos, teve de inventar um Deus que é inteiramente amor, inteiramente capacidade de amarFonte: 100 Aforismos Sobre o Amor e a Morte — parte 14Compartilhar: Temas: Amor Religião Transcendência IdealizaçãoFriedrich Nietzsche
A atitude solene dos circunstantes, as torrentes de lágrimas e emoções, francas ou contidas, induzem quase todo moribundo a uma comédia da vaidade, ora consciente, ora inconsciente.Ler mais
A bela loucura desse espetáculo é boa demais para esse mundo e sutil demais para olhos humanos.Ler mais
A amizade é um comércio desinteressado entre iguais; o amor, um trato abjeto entre tiranos e escravos.Ler mais
A Bíblia diz-nos para amarmos o nosso próximo e também para amarmos o nosso inimigo; provavelmente porque são a mesma pessoa.Ler mais