As pessoas insistem em confundir o casamento e o amor por um lado, e o amor e a felicidade por outro. Mas eles não têm nada em comum. Por isso, sendo a ausência de amor mais frequente do que o amor, há casamentos felizes.
Minha grande ideia é que se deve perdoar o Papa. Para começar, ele precisa disso mais do que ninguém. Em segundo lugar, é a única maneira de se colocar acima dele.
O corpo envia sinais. Alguns deles são sutis durante anos. A tarefa não é se culpar por não tê-los percebido antes. A tarefa é aprender, agora, o idioma em que eles falam.
O sofrimento vago, aquela névoa de culpa e incerteza que ocupa o pensamento sem forma definida, ganha contornos. E contornos, por mais desconfortáveis que sejam, são melhores do que névoa. Porque contornos se trabalham. Névoa paralisa.