A atmosfera, as ruas, as pontes, os recantos, os cafés, as sombras e as luzes, tudo se pode encontrar, às vezes quase imperceptível, nas páginas do genial escritor.
A cidade se assemelha ao sol. Em seu núcleo central tudo é luz, concentrada com intensidade. A luz cega, extravía, impede que se encontrem as ruas, as casas; uma vez que se entrou, já não se pode sair de lá.
A segunda ou terceira geração reconheceu, por fim, o absurdo da construção de uma torre celestial, mas os vínculos entre a população haviam aumentado tanto que ninguém pensava em abandonar a cidade.
Aqui ficava meu colégio; naquele edifício do lado oposto, minha universidade. Um pouco mais à esquerda fica meu escritório. Neste pequeno círculo está encerrada toda a minha vida.