A alegria do homem consiste em fazer o que é próprio de homem. Próprio de homem é querer bem ao seu semelhante, desprezar as comoções dos sentidos, distinguir as idéias fidedignas, contemplar a natureza do universo e os acontecimentos conformes com ela.
A capacidade para julgar é uma faculdade especificamente política, a faculdade de ver as coisas não apenas do próprio ponto de vista mas na perspectiva de todos aqueles que porventura estejam presentes.