
Quando o sentir é despojado de quem sente e do que é sentido, brilha como amor; quando o perceber é despojado de quem percebe e do que é percebido, brilha como beleza.

Quando o sentir é despojado de quem sente e do que é sentido, brilha como amor; quando o perceber é despojado de quem percebe e do que é percebido, brilha como beleza.