A fênix representa a constância. Prevendo por instinto sua renovação, suporta com constância o ardor das chamas que a consomem; e depois, mais uma vez, renasce.
A iluminação é o fim de um processo — pensar-se e sentir-se como um eu separado e limitado — mas o começo de outro — o reajuste do corpo, da mente e do mundo com essa nova compreensão experiencial.
A mente e o corpo estão sempre em uma jornada, transformando-se e mudando, mas Eu, a pura Consciência que conhece todas essas transformações e mudanças ou é consciente delas, não empreendo a jornada com eles. Não compartilho seu destino nem suas limitações. Nunca me torno o que eles parecem ser.