Quando é que um cirurgião — não um novato, mas um experiente — fica nervoso? Não durante as operações. O nervosismo do cirurgião vem essencialmente depois delas, quando, por alguma razão, a temperatura do paciente se recusa a ceder ou o abdome permanece distendido e é preciso abri-lo não com o bisturi, mas com a mente — para ver o que aconteceu, compreender e corrigir. Quando o tempo escorrega entre os dedos, é preciso agarrá-lo pelo rabo.
Original: When is a surgeon (not a new, but an experienced one) nervous? Not during operations. But basically a surgeon's nervousness being after the operations, when for some reason the patient's temperature refuses to drop or a stomach remains bloated and one has to open it not with a knife, but in one's mind, to see what had happened, to understand and put it right. When time is slipping away, you have to grab it by the tail.
Fonte: A Companion to Aphorisms & Quotations for the Surgeon — Cuidados Pós-operatórios
As palavras do cossaco Yeroshka, de Tolstói, que disse sobre os médicos da Europa Ocidental: 'Tudo o que sabem fazer é cortar. Ora, são uns tolos. Mas nas montanhas há médicos de verdade. Eles conhecem as ervas.'
Asya aproximou-o (seu seio) do rosto dele e o sustentou para ele. 'Beije! Beije!', ela exigiu... ele o afagou com os lábios como um leitão, grato, admirado... sua beleza o inundou... Hoje era uma maravilha. Amanhã estaria no lixo.
...não há base para se defender um único tipo de operação para os cânceres operáveis da mama, tampouco para se adotar uma política geral, a favor ou contra, no que diz respeito à irradiação, à remoção das glândulas endócrinas ou à terapia endócrina. Cirurgia, irradiação e terapia endócrina são espadas de dois gumes que tanto prejudicam quanto beneficiam. O desafio para o cirurgião é controlar o câncer da melhor forma possível e fazê-lo com o menor dano possível.