Para sondar um buraco, primeiro usamos um bastão reto para ver até onde ele nos leva. Para sondar o mundo visível, utilizamos a suposição de que as coisas são simples até que se prove o contrário.
Toda cultura e toda comunicação dependem da interação entre a expectativa e a observação, as ondas de satisfação, a decepção, as conjecturas corretas e os movimentos errôneos que conformam nossa vida cotidiana.
A comparação é uma armadilha porque parece razoável. Parece que olhar para fora é uma forma de calibrar o que é normal. Mas ela não calibra nada — ela distorce.