
Primeiro imaginamos um ego, depois o defendemos, em seguida o expressamos, depois o completamos, depois tentamos nos libertar dele, em seguida o acolhemos, posteriormente o compreendemos e por fim vemos que em todo momento ele é inexistente.

Primeiro imaginamos um ego, depois o defendemos, em seguida o expressamos, depois o completamos, depois tentamos nos libertar dele, em seguida o acolhemos, posteriormente o compreendemos e por fim vemos que em todo momento ele é inexistente.