
Porque, mea culpa, persisto em querer a névoa, quando ao lado dela se estende gloriosamente o ar límpido.
Fonte: Clarice Lispector - Todos os contos (2016) (Clarice Lispector, Benjamin Moser (ed.)) — TERCEIRA CARTA

Porque, mea culpa, persisto em querer a névoa, quando ao lado dela se estende gloriosamente o ar límpido.