“Foi embora! Acabou!”, disse Anna consigo, parada junto à janela; e, em resposta a esse pensamento, a sensação de trevas que a assaltara no instante em que a vela se apagou e a sensação deixada pelo seu sonho aterrador fundiram-se em uma só e encheram seu coração de um terror frio.
Até aí, ele compreendia e sentia-se, com isso, plenamente feliz. Mas e o bebê? De onde tinha vindo, para quê, e quem era?... Liévin nada conseguia entender, não conseguia habituar-se a tal ideia.
Na melhor das hipóteses, pelo menos não serão patifes. Eis tudo o que posso desejar. Quanto tormento, quanto trabalho, para conseguir só isso... Uma vida inteira arruinada!