
Por mais que os outros falassem, por mais que rissem e brincassem, por maior que fosse o seu apetite ao comer e ao beber o vinho do Reno, e o sauté, e o sorvete, por mais que evitassem olhar para aquele casal, por mais que parecessem indiferentes, desatentos em relação a eles, por alguma razão sentia-se, pelos olhares de vez em quando atraídos para eles, que o gracejo sobre Serguei Kuzmitch, o riso, a comida — tudo era fingimento, e que todas as forças da atenção de toda aquela sociedade estavam dirigidas só para aquele par — Pierre e Hélène.