A astrologia fornece uma prova esplêndida da desprezível subjetividade dos homens. Ela relaciona o curso dos corpos celestes ao miserável ego; estabelece uma conexão entre os cometas no céu e as disputas e patifarias na terra.
Alguns prestidigitadores dizem que o número três é o número mágico, e alguns dizem que o número sete. Não é nenhum dos dois, meu amigo, nenhum. É o número um.