A cultura não salva nada nem ninguém, ela não justifica. Mas é um produto do homem: ele se projeta, se reconhece nela; só este espelho crítico lhe oferece a própria imagem.
A Epopeia de Homero não deixou de ser verdadeira; no entanto, já não é a nossa Epopeia, mas brilha na distância, embora cada vez mais clara, também cada vez menor, como uma estrela que recua.