A principal diferença entre as pessoas vivas e os personagens fictícios é que o escritor se esforça para dar aos personagens coerência e unidade interior, enquanto as pessoas vivas podem chegar a extremos de incoerência porque sua existência física as mantém unidas.
A culpa de não perceber os tempos e de não ser sensível à fraqueza e à alteração extrema que a idade traz naturalmente sobre o corpo e a mente arruinou a reputação da maioria dos grandes homens do mundo.