A arte de traduzir deve ser uma arte de colaboração: contribuições de acentos e acertos viriam de todos os rumos e se uniriam para formar um único coro, um edifício único no qual os nomes dos colaboradores ficariam modesta ou orgulhosamente ocultos
A fênix representa a constância. Prevendo por instinto sua renovação, suporta com constância o ardor das chamas que a consomem; e depois, mais uma vez, renasce.
A iluminação é o fim de um processo — pensar-se e sentir-se como um eu separado e limitado — mas o começo de outro — o reajuste do corpo, da mente e do mundo com essa nova compreensão experiencial.