A civilização industrial, entidade abstrata, nem por isso menos poderosa, encomendou à ciência aplicada a execução de um projeto extremamente concreto: a fabricação do ser humano sem pais.
“Eu podia ver-me no Céu e na Terra ao mesmo tempo; no Céu, pelo meu Cristo, por minha Cabeça, pela minha Retidão e Vida e, na Terra, pelo meu corpo ou pessoa.”
“Preciso primeiro pronunciar uma sentença de morte contra tudo o que pode apropriadamente chamar-se uma coisa desta vida, até para considerar-me a mim, a minha esposa, a meus filhos, a minha saúde, aos meus divertimentos, e a todos, mortos para mim, e eu mesmo morto para eles.”