O elogio mútuo pode surgir de uma genuína harmonia de pontos de vista, mas em um campo infestado de charlatães ocorre mais comumente como uma conluio sem princípios que permite aos parceiros esquivar-se do habitual tabu da fanfarronice.
A experiência é um todo íntimo, contínuo e inominável. É somente o pensamento que divide essa intimidade em uma aparente multiplicidade e diversidade de objetos e indivíduos, imaginando desse modo um 'eu' e um 'não eu'.
A experiência se experimenta a si mesma como uma totalidade contínua, indivisível, inominável e eternamente presente. É apenas o pensamento, que em si mesmo é feito unicamente de experiência, que imagina que a experiência está fragmentada em objetos e indivíduos.