A principal diferença entre as pessoas vivas e os personagens fictícios é que o escritor se esforça para dar aos personagens coerência e unidade interior, enquanto as pessoas vivas podem chegar a extremos de incoerência porque sua existência física as mantém unidas.
"Devemos fazer como os outros" é uma máxima perigosa, que quase sempre significa "devemos fazer o mal" se aplicada a qualquer coisa que não seja externa e sem consequências.
«Então voltou ao trabalho como se nada tivesse acontecido.» Esta observação tornou-se corrente porque provém de uma grande quantidade obscura de relatos, embora provavelmente não apareça em nenhum deles.