A principal diferença entre as pessoas vivas e os personagens fictícios é que o escritor se esforça para dar aos personagens coerência e unidade interior, enquanto as pessoas vivas podem chegar a extremos de incoerência porque sua existência física as mantém unidas.
Desde sempre impuseram coisas à Alemanha às quais se poderia ter chegado lentamente e a seu modo, mas às quais agora se opõe porque procedem de estranhos.
Diferentes raças e nacionalidades apreciam diferentes ideais de sociedade que fedorizam nas narinas umas das outras com uma ofensividade além do poder de qualquer outra coisa que não seja o mais monstruoso ato privado.