Existe um luto que a linguagem comum não consegue nomear bem. Não é o luto de quem perde alguém que o mundo conheceu. É o luto de quem perde alguém que só ela sabia que existia.
A profunda dor que se sente com a morte de cada alma amiga surge do sentimento de que há em cada indivíduo algo que é inexprimível, próprio somente dele, e que por isso está absoluta e irremediavelmente perdido.