Oh! mas agora, adeus tranqüilidade de espírito! Oh! Adeus, contentamento! Para sempre.William Shakespeare Fonte: Otelo — Cena III (parte 2)Compartilhar: Temas: Filosofia e Pensamento Medicina e Saúde Emoção e Sentimentos
A calúnia, cujo murmúrio pode atravessar o diâmetro do mundo transportando seu tiro envenenado – reta como um canhão que visa o alvo.Ler mais
“Não ouses acreditar em Deus, não ouses ter propriedade, não ouses ter personalidade, fraternité ou la mort, dois milhões de cabeças!”Ler mais
“Nunca hei de esquecer!”—gritou e caiu no lugar. Eu... eu servi honestamente, Kólia; eu servi decentemente, mas a vergonha—“a vergonha me persegue!”.Ler mais