A arte de traduzir deve ser uma arte de colaboração: contribuições de acentos e acertos viriam de todos os rumos e se uniriam para formar um único coro, um edifício único no qual os nomes dos colaboradores ficariam modesta ou orgulhosamente ocultos
A mão é para ele um aparato que golpeia e abençoa ao mesmo tempo, que recebe e dá, que alimenta, presta juramento, mede as coisas, lê para o cego, fala para o mudo, estende-se ao amigo e se ergue contra o inimigo, e é, ao mesmo tempo, martelo, tenaz e alfabeto...