
O que sobrevive tem de ser bom para servir a algum propósito (na maioria das vezes oculto) que o tempo consegue detectar, mas que nossos olhos e mente são incapazes de compreender.
Fonte: Antifrágil (Nova edição) — (parte 1)

O que sobrevive tem de ser bom para servir a algum propósito (na maioria das vezes oculto) que o tempo consegue detectar, mas que nossos olhos e mente são incapazes de compreender.