A nossa é uma época em que as verdades parciais se transformam incansavelmente em falsidades totais e depois são aclamadas como revelações revolucionárias.
Antes que uma criança de nosso tempo encontre o caminho para abrir um livro, seus olhos já foram expostos a tal ventania de letras mutáveis, coloridas e contraditórias que suas possibilidades de penetrar na arcaica quietude do livro são escassas.
Apesar de as autoridades académicas se orgulharem de conduzir tudo por meio da Avaliação, elas raramente cedem ao que as pessoas religiosas descrevem como Autoavaliação. A consequência disso é que o Estado moderno tem educado os seus cidadãos numa série de modas transitorias.