Os idiomas felizmente restringem a mente ao que é de seu próprio crescimento nativo e adequado a ela, assim como os rios e as montanhas dos países limítrofes, ou o império do aprendizado, bem como os estados, tornaria difícil de manejar e se exageraria.
Como eram cegos! Ele, que há trinta anos estudava o Brasil minuciosamente; ele, que em virtude desses estudos fora obrigado a aprender o rebarbativo alemão, não saber tupi, a língua brasileira, a única que o era — que suspeita miserável!
Olavo Bilac dizia, com muita razão, que as línguas ibéricas, o Português e o Espanhol, têm “ululos de fera para a blasfêmia e arrulhos de pomba para o amor”!