A arte da guerra nos ensina a confiar não na possibilidade de um não enfrentamento, mas em nosso próprio preparo para qualquer enfrentamento; não na possibilidade de que determinado inimigo não nos ataque, mas no fato de que nossas posições são inatacáveis.
“Camaradas! Não imaginais, suponho, que nós, os porcos, fazemos isso por espírito de egoísmo e privilégio. Muitos de nós até nem gostamos de leite e de maçã. Eu, por exemplo, não gosto. Nosso único objetivo ao ingerir essas coisas é preservar a saúde.”