O eu interno separado é como um intermediário que isola de toda experiência o nosso Ser essencial de Consciência eternamente presente e ilimitada. Essa divisão nos coloca em uma relação de conflito, sempre buscando nos agarrar, resistir ou mudar a situação atual, nunca permitindo que ela seja a única coisa que sempre é: simplesmente o que é. Sem o intermediário, a relação entre o nosso Eu e toda experiência é de uma intimidade natural e sem esforço. Essa intimidade é a experiência do amor em relação às pessoas e aos animais, da felicidade em relação às situações e da beleza em relação aos objetos.
Original: El yo interno separado es como un intermediario que aísla de toda experiencia a nuestro Ser esencial de Consciencia eternamente presente e ilimitada. Esta división nos sitúa en una relación de conflicto, siempre buscando aferrarnos, resistir o cambiar la situación actual, nunca permitiendo que sea lo único que siempre es: simplemente lo que es. Sin el intermediario, la relación entre nuestro Yo y toda experiencia es de una intimidad natural y sin esfuerzo. Esta intimidad es la experiencia del amor en relación con las personas y los animales, de la felicidad en relación con las situaciones y de la belleza con relación a los objetos.
A atenção é a Consciência dirigida a um objeto. Despojada desse objeto, a atenção não encontra nada a que se agarrar, treme por um momento, flui de volta à sua fonte e se ergue revelada como pura Consciência.