A força de trabalho é mercadoria, não capital nas mãos do trabalhador, e constitui para ele uma renda na medida em que possa repetir constantemente sua venda.
O esforço constante do que chamamos de sociedade consistiu em induzir o trabalhador produtivo, pelo logro ou pela persuasão, pelo terror ou pela coação, a trabalhar em troca da menor parte possível do produto de seu trabalho.